Um rosto enrugado, apareceu á porta daquele lar Era o porteiro daquela instituição.
Entrei um pouco a medo, e lá dentro algumas almas viam a televisão!
Pareciam não ter vida. O silêncio era de sepulcro. Rostos rasgados pelas rugas, duma tristeza sem fim.
Falei com um suposto vigia sobre as condições, destas pessoas. Era o quanto basta.
Tinham lá o amor uns dos outros quando a solidão os afetava.
Os meus trinta anos querem dar a esta gente, alegria. Fazer de cada um dia, uma festa, porque ninguém sabe o amanhã.
Esta na nossa mão, dentro do possível, dar um pouco da nossa bondade, a esta gente envelhecida pelo tempo, e por os maus tratos que levaram, ao longo da sua vida.
Tu que me lês, dá um pouco de ti, porque no amanhã, talvez estejas nas mesmas condições.!
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