Tantas loucuras perdidas
tantas ânsias, de te ter
umas tão escondidas
outras de bem, saber
Tantas horas de ilusões
tingidas, pela madrugada
em que o branco era noite
e foi tudo, uma fantochada
Tantas e tantas verdades
caídas pelo temporal
eram tudo falsidades
perdôa, não me leves, a mal
E nesta verdade sentida
em sinto, dentro de mim
a vida não tem guarida
quando se é, assim
sábado, 30 de março de 2013
terça-feira, 26 de março de 2013
BEIJOS DE AMOR
Um beijo, é um selar
de pacto
entre, dois, corações
que se busca
no ardor
nesta vida, em turbulhões
Um beijo, é uma faísca
que se sela
com fulgor
é uma simples
conquista
num olhar, cheio de amor
Beija, beija, sem corares
porque o beijo
é salutar
entre beijos
e abraços
pode-se brincar e reinar
de pacto
entre, dois, corações
que se busca
no ardor
nesta vida, em turbulhões
Um beijo, é uma faísca
que se sela
com fulgor
é uma simples
conquista
num olhar, cheio de amor
Beija, beija, sem corares
porque o beijo
é salutar
entre beijos
e abraços
pode-se brincar e reinar
quinta-feira, 7 de março de 2013
QUASE
QUASE
perdeste a razão, da tua vida
em flôr
ao ouvires
um não
daquele
que era, o teu amor
QUASE
magoaste, o peito
do fundo
do teu coração
ao desfazeres
o sonho
que fazia parte, dum ilusão
QUASE
encheste, a alma
dum quimera
perdida
a razão
perdeu, a calma
porque ficou, esquecida
Agora tens que partir
para outros sonhos
além
a vida
não é só
sorrir
porque também tem, uma mãe...
perdeste a razão, da tua vida
em flôr
ao ouvires
um não
daquele
que era, o teu amor
QUASE
magoaste, o peito
do fundo
do teu coração
ao desfazeres
o sonho
que fazia parte, dum ilusão
QUASE
encheste, a alma
dum quimera
perdida
a razão
perdeu, a calma
porque ficou, esquecida
Agora tens que partir
para outros sonhos
além
a vida
não é só
sorrir
porque também tem, uma mãe...
terça-feira, 5 de março de 2013
PALAVRAS PARA QUÊ
Palavras para quê, quando a alma adormece
deixando que uma lágrima
deslixe
a medo
pelas faces frias
de quem não recebe
o SOL
Palavras para quê, quando a mente
já não pensa
nos erros
cometidos
porque tudo
é desavença
e não são, medidos
Palavras para quê, com um fim
dum grande amor
as palavras
foram gastas
de tanto
sofrimento
em delírios, de dor
E se acaso, o destino
adverso
ou não
for amigo
dos momentos
sofridos
há-de, conseguir, um amigo...
deixando que uma lágrima
deslixe
a medo
pelas faces frias
de quem não recebe
o SOL
Palavras para quê, quando a mente
já não pensa
nos erros
cometidos
porque tudo
é desavença
e não são, medidos
Palavras para quê, com um fim
dum grande amor
as palavras
foram gastas
de tanto
sofrimento
em delírios, de dor
E se acaso, o destino
adverso
ou não
for amigo
dos momentos
sofridos
há-de, conseguir, um amigo...
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