Tanto se fala por falar
da vida
que DEUS, nos deu
ninguém sabe
onde habitar
algum dia
do destino
que alguém concebeu
Não olhamos
para o lado
sem tempo
para ver
as coisas
que andam
no mundo
que um dia, podem, acontecer
Corremos vida fora
sem sabermos
a razão
deste
tanto labutar
quer queiramos
ou não
E depois, veem as notícias
das coisas
que mal fizemos
por querer
o poder
nos tornamos
uns
vermes
quarta-feira, 30 de julho de 2014
terça-feira, 29 de julho de 2014
A ESMOLA DO POBRE DE JÚLIO DINIS
POESIA DO POETA JÚLIO DINIS
A ESMOLA DO POBRE (1868)
Nos toscos degraus da porta
da igreja rústica e antiga
velha, trémula mendiga
implorava, compaixão
Quase um século contado
de atribulada existência
ei-la, enferma e na indigência
que á piedade, estende a mão
duas crianças brincavam
á distância, na alameda
uma trajava de seda
doutra humilde, era o trajar
uma era rica, outra pobre
ambas louras e formosas
nas faces a cor das rosas
nos olhos o azul do ar
cento e cinquenta anos nos separam deste poeta de Júlio Dinis, se olharmos este presente ferido, verificamos que nada foi alterado ao longo dos tempos. Continua a existir a pobreza e a riqueza em que as almas são iguais, o desejo de ser feliz é de igual modo ansiado, será que precisamos de mais cento e cinquenta anos, para que a humanidade tenha mais abertura, para que a igualdade dos povos seja mais justa. A balança da vida é penosa para os mais necessitados enquanto os outros, continuam vestidos de seda.
A ESMOLA DO POBRE (1868)
Nos toscos degraus da porta
da igreja rústica e antiga
velha, trémula mendiga
implorava, compaixão
Quase um século contado
de atribulada existência
ei-la, enferma e na indigência
que á piedade, estende a mão
duas crianças brincavam
á distância, na alameda
uma trajava de seda
doutra humilde, era o trajar
uma era rica, outra pobre
ambas louras e formosas
nas faces a cor das rosas
nos olhos o azul do ar
cento e cinquenta anos nos separam deste poeta de Júlio Dinis, se olharmos este presente ferido, verificamos que nada foi alterado ao longo dos tempos. Continua a existir a pobreza e a riqueza em que as almas são iguais, o desejo de ser feliz é de igual modo ansiado, será que precisamos de mais cento e cinquenta anos, para que a humanidade tenha mais abertura, para que a igualdade dos povos seja mais justa. A balança da vida é penosa para os mais necessitados enquanto os outros, continuam vestidos de seda.
segunda-feira, 28 de julho de 2014
FELICIDADE
És minha donzela sublime
que voas a meu lado, sem me vires
tudo em ti, é como o vime
e fico triste, por não, me teres
Há quanta loucura, me revejo
na mocidade, que já perdi
espero de ti, um beijo
neste amor, que por ti, senti
Vem felicidade
me visitar
pois meu corpo doente
está na hora, de abalar
que voas a meu lado, sem me vires
tudo em ti, é como o vime
e fico triste, por não, me teres
Há quanta loucura, me revejo
na mocidade, que já perdi
espero de ti, um beijo
neste amor, que por ti, senti
Vem felicidade
me visitar
pois meu corpo doente
está na hora, de abalar
domingo, 27 de julho de 2014
SONETO 74 de LUÍS VAZ DE CAMÕES
SONETO 74 DE LUIS VAZ DE CAMÕES
Amor é fogo que arde sem se ver
é ferida que doí e não se sente
é um contentamento descontente
é dor que desatina sem doer
é um não querer que bem querer
é solitário andar por entre a gente
é nunca contentar-se de contente
é cuidar que se ganha em se perder
é querer estar preso por vontade
é servir a quem vence, o vencedor
é ter com quem nos mata, lealdade
Luís Vaz de Camões escreveu este imortal soneto, quando o amor era vital , mas hoje é um simples amuleto.!
Amor é fogo que arde sem se ver
é ferida que doí e não se sente
é um contentamento descontente
é dor que desatina sem doer
é um não querer que bem querer
é solitário andar por entre a gente
é nunca contentar-se de contente
é cuidar que se ganha em se perder
é querer estar preso por vontade
é servir a quem vence, o vencedor
é ter com quem nos mata, lealdade
Luís Vaz de Camões escreveu este imortal soneto, quando o amor era vital , mas hoje é um simples amuleto.!
TRAGÉDIA HUMANA SE SENTE
Quando se perde, a realidade
do sentido, da vida
tudo é
falsidade
numa vida, gemida
A dor, o grito
que a alma, sente
que rasga
o coração
põe o ser humano, demente
OH DEUS
TU que ÉS OMNIPOTENTE
alivia as dores
de quem sofre
inocentemente
Rasgar a alma
é crime de vida
cheio de dor
quando a tragédia não acalma
não há gesto, nem amor
Porque o sofrimento
é atroz
quando quem amamos
se perdeu
o delírio, é veloz
E por esse mundo
fora
todos os dias
se ouve
nos desastres, que acontecem
que nunca o coração, soube
do sentido, da vida
tudo é
falsidade
numa vida, gemida
A dor, o grito
que a alma, sente
que rasga
o coração
põe o ser humano, demente
OH DEUS
TU que ÉS OMNIPOTENTE
alivia as dores
de quem sofre
inocentemente
Rasgar a alma
é crime de vida
cheio de dor
quando a tragédia não acalma
não há gesto, nem amor
Porque o sofrimento
é atroz
quando quem amamos
se perdeu
o delírio, é veloz
E por esse mundo
fora
todos os dias
se ouve
nos desastres, que acontecem
que nunca o coração, soube
sexta-feira, 4 de julho de 2014
A VIDA DESFEITA EM CINZAS
Vagueias
nada dentro de ti, tem razão de ser
a vida tirou-te
tudo
mas mesmo assim
tens, que saber
que em cada manhã
há um novo DESPERTAR
Choras
porque teu coração
foi queimado
pelo infortúnio
todos os teus
sonhos
ficaram
em cinzas
A vida
nem sempre, mostra
aquilo
que ela quer
e quando julgamos
chegar
á meta
é pior, que uma mulher
Segue em frente
sem olhar
para trás
deixas as cinzas
voarem
com o vento
porque tu afinal
és capaz
nada dentro de ti, tem razão de ser
a vida tirou-te
tudo
mas mesmo assim
tens, que saber
que em cada manhã
há um novo DESPERTAR
Choras
porque teu coração
foi queimado
pelo infortúnio
todos os teus
sonhos
ficaram
em cinzas
A vida
nem sempre, mostra
aquilo
que ela quer
e quando julgamos
chegar
á meta
é pior, que uma mulher
Segue em frente
sem olhar
para trás
deixas as cinzas
voarem
com o vento
porque tu afinal
és capaz
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