Sente-se porque se ama
aquilo que pensamos, saber
o amor é uma chama
que dura, até morrer
Não falo só do físico
porque esse, cheira a falso
um dia está-se bem
outro, no cadafalso
Amar não é só querer
o outro como prisioneiro
é uma arte de fazer
a vida, num canteiro
Porque se o amor, fosse eterno
não havia, divorcios
um amor, é como o Inverno
que não chega aos idosos
Mas amar por amar
os outros, como mensagem
dar um pouco, ao semelhante
num sorriso, uma mensagem
E como é bom passar
no meu bairro, com sorriso
vamos pois, trabalhar
porque a felicidade, é o dente, de siso!
domingo, 16 de março de 2014
ANALFABETISMO É GRANDE
Portugal é um País
onde a leitura, não conta
reclamam, mas não sabem
que a literatura, conta
Muita gente, não trabalha
porque não há, emprego
mas a especialidade, falha
para muitos, o saber, é um enredo
O analfabetismo continua
porque os jovens, não querem, estudar
nem o nono teem
mas querem, trabalhar
Não sei se os culpados, foram
os pais, em pequeninos
mas hoje que são, grandes
ao ensino, são benvindos
Porque o saber é eterno
e ninguém, sabe tudo
até o mais inteligente
veste casaco e sobretudo
Vamos pois, estudar
porque o saber faz falta
o tempo de espera, é grande
não podemos viver, só da ribalta
onde a leitura, não conta
reclamam, mas não sabem
que a literatura, conta
Muita gente, não trabalha
porque não há, emprego
mas a especialidade, falha
para muitos, o saber, é um enredo
O analfabetismo continua
porque os jovens, não querem, estudar
nem o nono teem
mas querem, trabalhar
Não sei se os culpados, foram
os pais, em pequeninos
mas hoje que são, grandes
ao ensino, são benvindos
Porque o saber é eterno
e ninguém, sabe tudo
até o mais inteligente
veste casaco e sobretudo
Vamos pois, estudar
porque o saber faz falta
o tempo de espera, é grande
não podemos viver, só da ribalta
sexta-feira, 7 de março de 2014
SONHO PLATÓNICO
És a minha madrugada
no meu leito, de donzela
quando penso em ti
fico embriagada
envolvida, numa tela
És o meu querer
nesta ânsia
que me abraza
quero o teu nome, saber
para viver, em tua casa
Sonho perdido, que vagueia
entre a minha
virgindade
um amor que anseia
toda a loucura, da eternidade
E neste amor platónico
sem verso nem frente
vivo errante
sem paz
não tenho vida, decente
no meu leito, de donzela
quando penso em ti
fico embriagada
envolvida, numa tela
És o meu querer
nesta ânsia
que me abraza
quero o teu nome, saber
para viver, em tua casa
Sonho perdido, que vagueia
entre a minha
virgindade
um amor que anseia
toda a loucura, da eternidade
E neste amor platónico
sem verso nem frente
vivo errante
sem paz
não tenho vida, decente
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