Nas madrugadas da noite
revemos uma vida
a sós
com o nossos travesseiro
para que ninguém
tenha pena, de nós
Nas madrugadas da noite
sentimos
o leito vazio
dum amor
impossível
e que nos traz, tanto frio
A vida nem sempre é bela
e por vezes
confusa
mas ela é sempre
uma aguarela
de formas e temas, obtusa
Madrugadas escaldantes
procuradas
na integra
fugazes
como os navegantes
presos, por uma cinta
Sem comentários:
Enviar um comentário