sexta-feira, 12 de junho de 2015

SANTO ANTÓNIO DE LISBOA


13 de Junho de 2015

Caro Santo António


Ao longo dos meus setenta anos, tenho vivido sempre, com a tua ajuda preciosa.
Minha mãe, era tua devota, chamava-te Santo milagreiro e em todas as ocasiões ela chamava por ti.
Contava, que quando era criança, tinha ido com os pais para uma vivenda em Espinho passar férias.
A mãe como sofria do coração o médico disse-lhe que era melhor ir para uma zona de pinheiros, porque  perto da praia, a prejudicava.
Como a vivenda era alugada, a mãe fez as malas, mas a chave da porta tinha desaparecido.
Procuraram tudo, mas nada.
Um velhote que todos os dias passava por ali, perguntou á minha mãe o que se tinha passado e ela   disse, que a chave não aparecia.
No dia seguinte para espanto da minha mãe a chave apareceu.
O velhote deu-lhe uma oração, que quem a fizer com fé as coisas desaparecidas aparecem
chama-se responso de SANTO ANTÓNIO

Se milagres desejais
recorrei a Santo António
vereis fugir o demónio
e as tentações infernais

Todos os males humanos
rompe-se a durão prisão
e no lugar do furacão
cede o mar embravecido

Todos os males humanos
se moderam se retiram
digam-no aqueles que o viram
e digam-no os lusitanos

Pela sua intercessão
foge a peste, o erro, a morte
o fraco torna-se forte
e torna-se o enfermo são

por cada verso que se lê

lê-se
recupera-se o perdido
rompe-se a dura prisão
e no auge do furacão
cede o mar embravecido

lê-se  com cuidado para não se enganar, se a pessoa se enganar, não aparece.

Meu bom amigo agradeço todas as ajudas que me tens dado e publicamente dou a tua oração para que todas as pessoas possam recorrer a ela.

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