domingo, 5 de junho de 2016

POBRE ILUSÃO DE CRIANÇA

Uma palavra, uma queixa
sentida, no meu coração
esta mágoa, não me deixa
desde que me deste, um não

Sentimento vivido
desde a minha infância
tu foste sempre, o meu querido
no meu sonho, de criança

Brincávamos, quão felizes
nos pátios, da nossa rua
apanhada e ao lencinho
ou á vista, da dona lua

Fomos crescendo, crescendo
lado a lado, como dois gomos
meu coração martelado
como as cores, dos sumos

Mas eis, chegou a razão
e o meu sonho, terminou
partiste meu coração
e o meu coração, já não te dou


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