fui eu
que sempre fiz, o que quis
que sempre disse, o que tinha
de dizer
nunca quis, trovador
em todas as minhas
palestras
e na vivência, do meu amor
Nunca deixei mandar
sobre o meu corpo
escorrido
mesmo
quando quis amar
não era
nenhum qualquer
se podia
aproximar
Não sei se sou homem
ou mulher
neste meu pensar
leviano
eu quero em mim
mandar
porque a minha juventude
ou velhice
há-de comigo, bailar
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