Escravidão direi
a quem caminha, acorrentada
por um amor distante
ou que se sinta, violada
Não são as correntes,a dor
que nos atabafam, a alma
há coisas muito pior
sem sentido ou calma
Palavras levam o vento
quando as ouvimos na noite
violentando a vida
que deixam, mais afoite
Lá por vestir sedas, não serei
mais feliz
quando as palavras são azedas
choro mais, que um petiz
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