Navegas em mares revoltos
e não sabes, o caminho
são presságios, soltos
sem um pingo, de carinho
Julgas que sabes, tudo
e não ouves, quem te quer, bem
pareces, um faz-tudo
numa terra, de ninguém
Olho o vento, olha o Sol
todos te querem, bem
tens que ser, um homem
um senhor, alguém
E nas noites, mais frias
no teu leito, deitado
olha a tua consciência
e liberta, teu destino, adiado
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