JORGE DE SENA
escreveu em 22/9/41
ETERNIDADE
Vens a mim
pequeno como um DEUS
frágil como a terra
morto como o amor,
falso como a luz
e eu, recebo-te
para a invenção da minha grandeza
para rodeio da minha esperança
e pálpebras de astros nus
Nasceste agora mesmo.Vem comigo.
e ele escreveu, escreveu, deixou um mundo de escritos, porque quando se tem valor, jamais se poderá esquecer um GÉNIO que passou pela terra.
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