É na madrugada languida
que falo, com o meu subconsciente....
Enclino-me sobre a vela amarelecida
e meio morta
e, em tom sarcástico
SORRIU.....
La fora a neblina espreita.........!
As vidraças da minha casa empobrecida
pelo tempo e pelas vozes de crianças
não reage pelo medo
DE SOFRER!
Ninguem fala nem se ouve!
Apenas o arvoredo la fora
se agita.
O relógio bate a meia-noite
do monte, que se avista ao longe
e o meu coração
GRITA SÓ!
domingo, 13 de novembro de 2011
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